Do ponto de vista de um distrito rural no norte de Moçambique, os esforços desenvolvidos pelo governo e doadores são visíveis na crescente capacidade da administração local e nos investimentos em educação e saúde, mas não no que realmente conta para as pessoas pobres: criação de emprego e retornos razoáveis da sua produção agrícola, que actualmente são negativamente afectados por um sector privado ausente ou explorador. Os muito pobres são marginalizados ou excluídos das relações sociais com a família alargada, as instituições tradicionais e o estado, salientando a necessidade de prestar especial atenção aos cronicamente pobres e destituídos nas áreas rurais.