Este resumo mostra que os pobres da capital angolana Luanda estão, efetivamente, presos numa armadilha da pobreza devido a deficiências materiais e oportunidades limitadas de rendimento. Ao mesmo tempo, os mecanismos informais de proteção social baseados nas obrigações da família alargada, a solidariedade da comunidade e de reciprocidade parecem ter-se erodido. Como disse uma senhora:

“Nos não temos nada. O rico tem tudo!”

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