Um levantamento estatístico das unidades de saúde e agregados familiares em Luanda e Uíge confirmou que grandes desigualdades de acesso persistem entre províncias angolanas, em cuidados básicos de saúde. Também se observam grandes diferenças nos níveis de desempenho dos profissionais de saúde relativamente ao diagnóstico de doenças comuns e há um risco elevado de má gestão dos pacientes, especialmente em Uíge. A taxa de utilização geral das unidades de saúde é elevada, mas a taxa de utilização dos serviços de obstetrícia é baixa em Uíge. Muitos agregados familiares classificam a qualidade dos serviços de saúde como baixa ou muito baixa.